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(Arquivo) A presidente da Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, Cheryl Boone Isaacs, em Bervely Hills, no dia 8 de fevereiro de 2016

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A presidente da Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, Cheryl Boone Isaacs, promotora de mudanças para promover uma maior diversidade na instituição, foi reeleita pela quarta vez na terça-feira à noite (2).

A reeleição confirma a confiança dos membros do organismo responsável pelo prêmio mais esperado do mundo do cinema em Cheryl, que assumiu em janeiro deste ano as críticas pela ausência de atores e de diretores negros entre os indicados ao Oscar pelo segundo ano consecutivo.

Poucos dias depois das indicações, a Academia anunciou um pacote de medidas para promover a diversidade. Desde então, quase metade das 683 pessoas convidadas a integrar a instituição este ano é composta por mulheres e por negros.

Entre eles, estão John Boyega - nova estrela da saga "Guerra nas Estrelas", Emma Watson - que ganhou o mundo como a bruxinha Hermione de "Harry Potter" -, a sueca Alicia Vikander - última vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por "A garota dinamarquesa" - e a cantora Mary J. Blige.

O novo grupo conta com 283 pessoas de 59 países, como o brasileiro Alê Abreu, que dirigiu a premiada animação "O menino e o mundo", a argentina Cecilia Roth, as espanholas Marisa Paredes e Isabel Coixet, o guatemalteco Oscar Isaac, o cubano Jorge Perugorría, o colombiano Ciro Guerra, a mexicana Patricia Riggen e os chilenos Pato Escala e Gabriel Osorio.

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