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Phelps beija a medalha de ouro no pódio do revezamento 4x100m livre

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Seguem abaixo as 10 imagens mais marcantes do Rio-2016:

O mito e o pai

O nadador americano Michael Phelps ganhou seis medalhas no Rio para completar sua coleção sem igual de 28, sendo 23 de ouro, o que o tornou o atleta olímpico mais premiado da história. Aos 31 anos, Phelps garantiu que estas foram suas últimas olimpíadas, como havia feito em Londres-2012, mas deste vez tem um motivo real: quer acompanhar o crescimento do filho Boomer, de apenas três meses.

A dança da lenda

Após o fim da prova dos 4x100, Usain Bolt entra definitivamente para a história dos Jogos, ao somar nove medalhas de ouro, com o tricampeonato nos 100m, 200m e 4x100m. O jamaicano começa, então, com seus companheiros Yohan Blake, Asafa Powell e Nickel Ashmeade, uma estranha dança da vitória.

Lágrimas de raiva e incompreensão

Chegou ao Rio com o objetivo de revalidar seu título olímpico no salto com vara e teve que se conformar com a prata, mas as lágrimas no pódio do francês Renaud Lavillenie não foram pela derrota para o brasileiro Thiago Braz, e sim pela atitude do público carioca, que não parou de vaiar o saltador, durante a prova e na entrega das medalhas, depois que comparou a situação a vivida por Jesse Owens nos Jogos de Berlim-1936.

Pavor na Ginástica Artística

O público que assistia à disputa da Ginástica Artística ficou chocado quando o francês Samir Ait Said saltou sobre o cavalo e sofreu uma dupla fratura, na fíbula e tíbia. Com a perna virada para trás, o ginasta foi retirado de maca, em uma das imagens mais chocantes dos Jogos, em meio aos aplausos.

Da luta pelo pódio à cama do hospital

O levantador de peso armênio Andranik Karapetyan lutava pelo bronze na categoria -77 kg quando foi parar no hospital. Ao tentar levantar 195 kg, o atleta de 20 anos quebrou o cotovelo e gritou de dor, sendo levado de ambulância para o hospital.

O imprevisto no caminho da glória

O francês Yohan Diniz deu uma prova de que para se alcançar a glória no esporte é preciso muito sofrimento, as vezes além dos limites humanos. O recordista mundial, que liderava a prova da marcha dos 50 km e parecia seguro em seu caminho para o ouro, sofreu problemas intestinais que o obrigaram a parar diversas vezes, mas resistiu e acabou concluindo a prova, mesmo distante dos líderes, sob os aplausos do público.

Quando política e esporte se misturam

O judô teve um momento de tensão entre dois pesos-pesados, mas foi algo alheio à disputa olímpica. Nas oitavas de final entre o egípcio Islam El Shehaby e o israelense Or Sasson, ao final do combate o vitorioso Sasson estendeu a mão para o atleta do Egito, que se negou a cumprimentá-lo, repercutindo as antigas divergências políticas no Oriente Médio.

Dois mundos em uma mesma cidade

O Jogos do Rio foram abertos no dia 5 de agosto, dois anos após a Copa do Mundo no Brasil, agora em um país afetado por uma grave crise econômica. Sem dinheiro para os ingressos, muitos cariocas precisam se conformar em ver as competições à distância, pela TV, como os moradores da comunidade da Mangueira, situada a menos de um quilômetro do estádio do Maracanã e do Maracanãzinho.

Tudo pelo sonho olímpico

O boxeador Misael Rodríguez teve que pedir dinheiro nas ruas da Cidade do México para poder custear as despesas do sonho de participar dos Jogos do Rio. O boxeador chegou às semifinais, onde enfrentou uzbeque Bektemir Melikuziev em uma luta duríssima, na qual foi derrotado.

Saudação marcial

O norte-coreano Ri Se-gwang venceu o concurso de salto da ginástica artística. Durante a prova deu uma mostra de sua enorme concentração ao não sorrir nunca, apesar do apoio da torcida. O único gesto de 'humanidade' surgiu no pódio, quando escutou o hino de seu país com os olhos vidrados e realizou uma saudação militar em honra do líder Kim Jong-Un. A medalha "não representa nada para mim. É um presente que ofereço ao meu país".

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