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(Arquivo) Tiroteios que começaram sem uma aparente provocação contra uma policial da Filadélfia deixaram dois mortos, entre eles o suspeito dos disparos, além de cinco feridos, informou neste sábado a corporação

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Tiroteios que começaram sem uma aparente provocação contra uma policial da Filadélfia deixaram dois mortos, entre eles o suspeito dos disparos, além de cinco feridos, informou neste sábado a corporação.

O ataque ocorreu em um ano marcado por ataques contra a polícia nos Estados Unidos, que foi acusada de incidentes racistas e de abusos.

O suposto agressor foi identificado como Nicholas Glenn, um morador da região de 25 anos com um longo histórico de delitos.

Os motivos do tiroteio não estão completamente claros, e a polícia não mencionou que alguém esteja envolvido por razões racistas e que o agressor deixou uma nota expressando ódio em relação à polícia.

"Eu não sei qual ideologia tem ou o que está pensando", disse a repórteres Richard Ross, delegado da polícia da Filadélfia. "Isso é apenas um ódio aos oficiais", acrescentou.

A polícia disse que o homem se aproximou de um automóvel policial e sem falar nada disparou 18 tiros contra a sargento Sylvia Young, uma veterana de 46 anos e que atua há 19 anos nas forças policiais da Filadélfia.

A policial foi atingida várias vezes mas se salvou devido ao colete à prova de balas que usava.

O criminoso, que fugiu a pé e foi perseguido pela polícia, atirou posteriormente dentro de um bar, disparou na perna de um segurança e depois tomou uma mulher como escudo humano, também atirando em sua perna.

Em seguida, disparou 14 vezes contra um automóvel, matando uma mulher de 25 anos e deixando um homem em estado crítico.

Outro policial da Universidade da Pensilvânia que estava próximo do local foi ferido na perna, antes que o suspeito fosse abatido.

A universidade identificou o oficial como Eddie Miller, de 56 anos, que foi hospitalizado em condição estável.

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