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(1º out) Policial aponta a arma para um homem no chão, perto do corpo de uma vítima do ataque à estação Saint-Charles de Marselha

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As cinco pessoas detidas após o ataque de domingo em Marselha (sudeste da França), em que um tunisiano de 29 anos matou duas jovens antes de ser morto, foram libertadas, informou uma fonte judicial.

Na terça-feira, em Marselha, os quatro homens, com entre 32 e 56 anos, e a mulher de 35 anos, foram libertados "na ausência de elementos incriminatórios", explicou a fonte.

Eles haviam sido colocados em prisão preventiva por associação terrorista. Os investigadores ainda tentam determinar se eles forneceram apoio logístico ao assassino, Ahmed Hanachi.

No dia da prisão, os cinco estiveram em contato com Hanachi.

O tunisiano, morto a tiros por soldados da operação Sentinela (criada após os ataques de janeiro de 2015 na França) depois de ter cometido o crime aos gritos de "Allah Akbar!", assassinou duas primas de 20 anos, Laura e Mauranne, no pátio da estação de Saint-Charles.

O grupo Estado Islâmico rapidamente reivindicou os assassinatos, mas os investigadores franceses não encontraram nada que pudesse vincular o agressor à organização jihadista.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro tunisino, Youssef Chahed, disse que a investigação em curso não revelou vínculos com grupos "terroristas" na Tunísia.

Segundo o pai de Ahmed Hanachi, Noureddine, o jovem deixou a Tunísia aos 17 anos, mas retornava com frequência para visitar sua família na região de Bizerte (norte).

A justiça italiana também abriu uma investigação em Aprilia, cidade perto de Roma, onde Ahmed Hanachi casou-se com uma italiana em 2008 e residiu entre março de 2010 e maio de 2017, de acordo com um funcionário da prefeitura. Ele foi preso duas vezes por casos comuns.

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AFP