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Ambulâncias que estariam carregando os corpos de alguns dos reféns mortos no ataque a restaurante em Daca, Bangladesh, no dia 02 de julho de 2016

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Nove italianos, quatro homens e cinco mulheres, morreram no ataque contra um restaurante em Daca, enquanto outro segue desaparecido, anunciou neste sábado à imprensa o ministro italiano das Relações Exteriores, Paolo Gentiloni.

O ministério divulgou uma lista das nove vítimas, informando que as suas famílias já foram informadas. A pessoa desaparecida estava no restaurante no momento do ataque, mas não foi identificada entre as 20 vítimas fatais.

Segundo a imprensa, uma mulher de 33 anos que se instalou em Bangladesh para trabalhar há 18 meses, uma mulher de 52 anos executiva de uma empresa têxtil e um empresário independente de 47 anos, pai de gêmeos de 3 anos, estão entre os mortos.

Mais cedo, o chefe de governo italiano, Matteo Renzi, havia preparado o país para as más notícias, dizendo que o país é como "uma família que sofreu uma perda dolorosa".

Os criminosos que acreditavam que estavam "destruindo nossos valores" não vão ganhar uma gota de incentivo da Itália, disse. "Nós somos mais fortes", completou.

O papa Francisco condenou o ocorrido, classificando os ataques de "atos bárbaros que são ofensas contra Deus e contra a Humanidade", em um telegrama de condolências enviado a Bangladesh.

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