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(Arquivo) Policiais em Copenhague

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Um dinamarquês com supostos vínculos com o grupo extremista Estado Islâmico (EI), suspeito de atirar contra dois policiais em Copenhague durante uma operação da unidade de combate a entorpecentes, morreu em consequência de ferimentos provocados por tiros, anunciaram os investigadores.

"O homem de 25 anos morreu durante a noite no hospital nacional", afirma um comunicado da Autoridade Independente de Queixas contra a Polícia, que investiga as circunstâncias da morte.

De acordo com a polícia, o homem, nascido na Bósnia e identificado pela imprensa como Mesa Hodzic, tinha "aparentemente vínculos com Millatu Ibrahim (grupo de extremistas de origem alemã implantado na Dinamarca) e simpatias pelo EI. Nada leva a crer, no momento, que isto teve um papel no tiroteio".

O falecido é suspeito de ter atirado contra dois policiais e um pedestre que ficaram feridos em Christiania, bairro de Copenhague, na quarta-feira à noite.

Ele conseguiu fugir, mas foi detido na manhã de quinta-feira, gravemente ferido.

De acordo com o canal TV2, o dinamarquês foi detido com quase 50 quilos de haxixe e três quilos de maconha.

Nesta sexta-feira, alguns moradores de Christinia, um bairro autoadministrado fundado por hippies nos anos 1970, tentaram destruir as casas dos vendedores de haxixe, por considerar que o comércio prejudica a segurança da área.

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