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Ataque em um trem


"Não há meio" de evitar uma catástrofe inesperada


Um guarda de Securitrans e um agente la polícia ferroviária em uma plataforma da estação de Zurique. Gerlamente, a vigilância se concentra nos lugares e nas horas de gande afluência. (Keystone)

Um guarda de Securitrans e um agente la polícia ferroviária em uma plataforma da estação de Zurique. Gerlamente, a vigilância se concentra nos lugares e nas horas de gande afluência.

(Keystone)

Um ataque mortal como o perpetrado sábado com um líquido inflamável e à faca em um trem regional, não pode ser impedido, declara o diretor da empresa privada que faz a segurança nos trens na Suíça.

“Não temos qualquer chance de evitar casos como este. É quase impossível de garantir a segurança no lugar e no momento certo se alguém que nunca foi notado pelas autoridades comete de repente um crime”. A declaração é de Martin Graf, diretor de Securitrens, segunda-feira, ao diário de Zurique “Tages Anzeizer”. Securitrens é uma empresa que pertence às Ferrovias Federais (FFS,CFF) e à empresa de segurança Securitas.

Sábado à tarde, um suíço de 27 anos dispersou passageiros de trem com um líquido inflamável e botou fogo antes de esfaquear pessoas, matando uma pessoa e ferindo cinco outras. O agressor morreu pouco depois devido suas queimaduras.  O drama ocorreu na Suíça oriental- pouco antes da estação de Salez, no cantão de St-Gallen. Segundo Martin Graf, essa linha regional nunca teve atos de violência antes desse sábado, 13 de agosto de 2016.

“Geralmente, nós patrulhamos nos lugares e nas horas em que há mais atividade – em particular à noite e nos finais de semana. Isso funciona em 99% dos casos”, explica o diretor de Securitrens. Mas é mais difícil detectar eventuais criminosos se eles se eles se comportam normalmente na estação e no controle de passagens.

“É nossa dificuldade quotidiana. Se ninguém se comporta de maneira suspeita e que os seguranças controlam as pessoas sem razão, é geralmente mal compreendido”, acrescenta Martin Graf.

O presidente do Sindicato do Pessoal de Locomotivas estima que cada trem deveria ter um controlador, como ainda era o caso 20 anos atrás, antes que se começasse a suprimi-los por razões de economia. Ao invés de comprar passagem a bordo, os passageiros na Suíça têm o hábito de comprá-los antes na estação ou na internet. “O sentimento de segurança era completamente diferente na época”, afirma Hans-Ruedi Schürch, também ao “Tages-Anzeiger”.

Martin Graf lembra que os trens suíços são, apesar de tudo, muito seguros. “Como nos centros comerciais, os trens não são mais perigosos do que outros lugares. Nas cidades, as estações de trem são de fato os lugares mais seguros”.

Para os usuários dos transportes públicos, ele recomenda de sentar-se onde os outros passageiros possam vê-lo. E se você se sentir desconfortável por causa de outros passageiros, então mude de vagão”.

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