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ciência polar


Novo Instituto Polar Suíço vai explorar a Antártida




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Com o lançamento do Instituto Polar Suíço (Swiss Polar Institute - SPI), a Suíça agora tem uma voz na política polar mundial. Seu primeiro projeto é uma expedição à Antártida de três meses, envolvendo pesquisadores de todo o mundo.

A pesquisadora suíça Katherine Leonard com pinguins imperadores perto de Breid Bay, na Antártida. Ela vai estudar a salinidade do Oceano Antártico durante o projeto ACE. (Olivier Pierre )

A pesquisadora suíça Katherine Leonard com pinguins imperadores perto de Breid Bay, na Antártida. Ela vai estudar a salinidade do Oceano Antártico durante o projeto ACE.

(Olivier Pierre )

"Os polos são provavelmente as regiões mais vulneráveis quando se trata de mudanças climáticas antropogênicas, o que vem acontecendo na nossa cara no Ártico, e um pouco menos na Antártida", disse Thomas Stocker, climatologista da Universidade de Berna, no lançamento do SPI na segunda-feira (18).

Baseado Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), o SPI é um consórcio entre a EPFL, a Universidade de Berna, o Instituto Federal de Tecnologia ETH Zurich e o Instituto Federal Suíço de Pesquisas sobre Floresta, Neve e Paisagem. Foi fundado junto com a editora Editions Paulsen. O SPI tem o apoio oficial da Secretaria de Estado da Suíça para a Educação, Pesquisa e Inovação.

Circum-navegação

Para marcar o lançamento, o SPI está organizando um grande projeto: uma expedição de circum-navegação da Antártida (Antarctic Circumnavigation Expedition - ACE). Com um orçamento de 3 milhões de euros (CHF3.3 milhões), o projeto de três meses será a primeira expedição científica a navegar plenamente todo o continente austral.

A expedição terá início na Cidade do Cabo, na África do Sul, em dezembro de 2016, e fará várias paradas em seu caminho antes de retornar à cidade.

 (Swiss Polar Institute)
(Swiss Polar Institute)

O navio russo Akademik Treshnikov vai acolher 55 pesquisadores de 30 países e fazer paradas em terras pertencentes à Austrália, Grã-Bretanha, Chile, França, Noruega e África do Sul - além do Glaciar Mertz.

Dos 22 projetos de pesquisa realizados a bordo, quatro são suíços e outros nove envolvem parceiros suíços. Os projetos vão abordar temas como glaciologia, climatologia, biologia e oceanografia.

O financiamento do projeto ACE será dividido entre o grupo Ferring Pharmaceuticals, o SPI e a EPFL.

"O SPI irá ajudar a pesquisa em ambientes extremos e contribuir para o progresso no campo da ciência polar", disse Frederik Paulsen, presidente da Ferring e explorador polar. "Estamos muito satisfeitos em apoiá-lo."


Adaptação: Fernando Hirschy, swissinfo.ch

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