Coalizão árabe quer que ONU supervise porto iemenita de Al Hudaydah

 AFP

Foto de 17 de março de 2017 mostra corpos de pessoas que morreram em um barco, que transportaba refugiados somalis para a cidade portuária iemenita de Al Hudaydah

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A coalizão militar árabe dirigida por Riade, que apoia as tropas do governo no Iêmen, pediu no domingo que a ONU supervise o porto de Al Hudaydah, após a morte de dezenas de refugiados somalis em frente à costa iemenita.

Mais de 40 somalis, incluindo crianças, morreram na sexta-feira quando a embarcação em que 150 refugiados viajavam foi atacada, em frente a Al Hudaydah no mar Vermelho. A origem do ataque ainda não foi determinada.

A coalizão repetiu em um comunicado que não era responsável pelo ataque de sexta-feira e pediu "que o porto de Al Hudaydah seja colocado imediatamente sob a supervisão das Nações Unidas".

"Isso facilitaria a chegada da ajuda humanitária para o povo iemenita e colocaria fim ao uso do porto para o contrabando de armas e o tráfico de pessoas", acrescentou.

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