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Manifestantes protestam na entrada da usina de Punta Catalina, em Baní, contra corrupção e o presidente dominicano, Danilo Medina, por suspeita de obstrução da Justiça no escândalo de propinas da Odebrecht

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Integrantes do movimento social dominicano Marcha Verde protestaram neste domingo para exigir o cancelamento da construção de uma usina termelétrica no sul do país pela Odebrecht, mergulhada em escândalos de corrupção em vários países latino-americanos.

Quinhentos manifestantes fizeram uma caravana entre as localidades de Baní e Punta Catalina (sul) para pedir ao presidente Danilo Medina a anulação do contrato com a Odebrecth e leram um documento no qual pediram, ainda, "a expulsão do território nacional da multinacional mafiosa".

Eles reivindicaram que outra empresa conclua o projeto e que as usinas sejam modificadas para usar gás natural ao invés de carvão, conforme o previsto.

Os manifestantes exigiram que os funcionários e os executivos da Odebrecht envolvidos no projeto sejam processados judicialmente.

"Punta Catalina é o corpo de delito. É a parte mais funda do lamaçal da corrupção e da impunidade", destaca o documento.

Segundo a Corporação Dominicana de Empresas Elétricas Estatais, o projeto contempla a construção de duas unidades de geração elétrica. "Cada uma terá sua própria caldeira com carvão pulverizado".

A Marcha Verde realizou em 16 de julho uma marcha em Santo Domingo em que milhares de dominicanos exigiram que Medina seja processado por suposta obstrução da Justiça no caso do esquema de propinas da Odebrecht.

A empreiteira brasileira admitiu ter pago 92 milhões de dólares em propinas na República Dominicana para assegurar a atribuição de obras.

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AFP