Por Chris Sanders e Luc Cohen

WASHINGTON/CARACAS (Reuters) - O Departamento de Transportes dos Estados Unidos determinou nesta quarta-feira a suspensão de todos os voos comerciais e de carga entre os EUA e a Venezuela, tendo como fundamento relatórios sobre a agitação e a violência em torno dos aeroportos do país sul-americano.

Em uma carta ao Departamento de Transportes solicitando a interrupção, o Departamento de Segurança Interna dos EUA disse que “as condições na Venezuela ameaçam a segurança e a proteção de passageiros, aeronaves e tripulantes em viagem com destino ou origem naquele país”.

O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu de imediato aos pedidos para comentar. 

Muitas companhias aéreas internacionais pararam de voar para a Venezuela por causa de preocupações com a segurança e de disputas acerca de dinheiro que o governo lhes deve, segundo elas.

A medida dos EUA deve afetar um grupo de pequenas companhias venezuelanas, entre elas a Avior Airlines, que tem oferecido uma ligação com Miami. Um representante da Avior não respondeu a pedidos de comentário.

O Grupo American Airlines, que já foi a maior companhia aérea a oferecer serviços entre os EUA e a Venezuela, disse em março que havia suspendido indefinidamente seus voos para o país sul-americano.

Em abril, a agência federal de aviação dos EUA proibiu pilotos de empresas aéreas norte-americanas de voarem abaixo dos 26 mil pés dentro do espaço aéreo venezuelano.

(Reportagem de Chris Sanders; reportagem adicional de Luc Cohen em Caracas)

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