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Evasão fiscal


Suíça consegue boa classificação em conformidade fiscal


A Suíça foi considerada "em grande parte compatível" em uma avaliação internacional sobre troca de informações fiscais com outros países, publicada na terça-feira.

O ministro das Finanças, Ueli Maurer, ficou satisfeito com a avaliação: "o que conseguimos para a Suíça é absolutamente primordial" (Keystone)

O ministro das Finanças, Ueli Maurer, ficou satisfeito com a avaliação: "o que conseguimos para a Suíça é absolutamente primordial"

(Keystone)

O Ministério das Finanças suíço disse que a "avaliação positiva" reflete o progresso feito durante o período da avaliação, de 1° de julho de 2012 a 30 de junho 2015, com a implementação da norma internacional para o intercâmbio de informações.

A avaliação foi realizada pelo Fórum Global sobre Transparência e Troca de informações para fins fiscais, que é supervisionado pela Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE).

A avaliação disse que após ter historicamente adotado uma estratégia restritiva, "a abordagem da Suíça para a troca de informações para fins fiscais mudou significativamente ao longo dos últimos três anos".

No entanto, alguns problemas persistem, entre eles a identificação dos detentores de ações ao portador emitidas por alguns tipos de empresas suíças, o uso de dados bancários roubados por outros países para solicitar informações suspeitas de fraudes fiscais, e também no que diz respeito a entidades estrangeiras que exercem atividades ou estão estabelecidas na Suíça.

A Suíça foi classificada como "parcialmente conforme" por sua recusa em aceitar pedidos de informações fiscais de países com base em dados bancários roubados. O Fórum exortou o país a modificar a legislação sobre essas práticas.

Mas a avaliação acabou acolhendo bem a tentativa da Suíça em facilitar a assistência administrativa em matéria fiscal e alargar sua rede de acordos de dupla tributação.

swissinfo.ch com agências

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