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Jogos do Rio


Chama olímpica foi da Suíça para o Brasil




Antes de chegar a Brasília e dar a volta ao Brasil, a chama olímpica acesa em Olímpia, na Grécia, passou pela ONU em Genebra e pelo Museu Olímpico em Lausanne. Sempre com homenagens, reverências e discursos e até opinião da situação do Brasil.

Bruna Gabrielle Pitta Portugal com a chama olímpica, ao lado do presidente do comitê de organizaçãos dos JO, Carlos Nusmann (à esquerda), do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon (ao centro) e do presidente do COI, Thomas Bach, à direita, na sede da ONU, em Genebra. (Keystone)

Bruna Gabrielle Pitta Portugal com a chama olímpica, ao lado do presidente do comitê de organizaçãos dos JO, Carlos Nusmann (à esquerda), do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon (ao centro) e do presidente do COI, Thomas Bach, à direita, na sede da ONU, em Genebra.

(Keystone)

A cerimônia na ONU, sexta-feira (29) coincidiu com o Dia Internacional do Esporte pelo Desenvolvimento e a Paz. A chama olímpica entrou na ONU carregada por uma brasileira de 13 anos, Bruna Gabrielle Pitta Portugal, estudante em Genebra. Foi a segunda vez que a chama olímpica esteve na ONU, 17 anos depois da primeira.

O Secretário-Geral da ONU Ban Ki-Moon, referindo-se à presença nos Jogos do Rio, pela primeira vez, de uma delegação de atletas refugiados, lembrou que a última etapa na Grécia, a chama foi transportada até Atenas por um atleta refugiado sírio. O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) Thomas Bach disse que “queremos enviar uma mensagem de esperança a todos os refugiados do mundo”.

Entre tantos discursos, quando falou aos presentes a atleta paraolímpica brasileira Natália Aymara disse que “as pessoas não podem desistir na adversidade”. Foi ovacionada pelo público, principalmente por um grande número de jovens que assistiam a cerimônia. Em conversa com swissinfo.ch, Natália confessou que ficou muito emocionada e que está treinando mundo para tentar chegar ao pódio na paraolimpíada em setembro.

Política

Em coletiva à imprensa depois da cerimônia em Genebra, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon disse “desejar que todas essas tensões sejam resolvidas no respeito dos procedimentos constitucionais e democráticos do Brasil”.

Por sua vez, o presidente do COI, Thomas Bach, declarou que “o Brasil vive uma situação com profundas divisões, mas que os Jogos são uma oportunidade de unir os brasileiros”.

Do Museu Olímpico para o Brasil

No final da tarde do mesmo dia, outra cerimônia da chama olímpica foi realizada no Museu Olímpico, em Lausanne. Desta vez a chama foi levada da beira do lago Léman para o parque olímpico pelo atleta suíço Bernabé Delarze (21 anos) remador já classificado para os Jogos do Rio. Ele afirma que a competição será difícil, mas acha de tem chances de subir ao pódio.

Uma nova tocha foi acendida para as Olimpíadas, exposta para visitação pública por alguns. Foi do Museu Olímpico em Lausanne que a chama olímpica partiu para dar a volta ao Brasil, onde passará por 329 cidades de todos os estados levada pelas mãos de 12 mil pessoas. 

swissinfo.ch

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