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Maior rigor com cães perigosos

Pressão social faz com que a legislação aperte para cães perigosos na Europa. E na Suíça, dois incidentes envolvendo crianças em fins de outubro levam as autoridades a tomar medidas para controlar posse, criação e comércio do animal...

Dia 23 de outubro, em Bevaix (estado de Neuchâtel, fronteira com a França), um cão da raça staffordshire atacou criança de 3 anos e mordeu nas pernas da mão que a socorreu. Dia 25, em Uttwil (estado de Turgóvia, fronteira com a Alemanha, um menino foi seriamente mordido por um rottweiler. Atingido na espinha passou 4 horas na mesa de operação.

Incidentes como esses reativaram a polêmica sobre até que ponto se pode permitir a posse, criação, comércio e a liberdade de cães (potencialmente) perigosos.

Na Suíça, os cantões (estados) têm bastante autonomia e o governo tem margem de manobra limitada. Mas uma primeira iniciativa veio da Divisão Veterinária Federal que criou um posto de informação e de orientação sobre cães perigosos que opera desde a quarta-feira, 1° de novembro pelo tel. ( 41) 031/322 22 99.

As autoridades federais têm também os donos desses cachorros em mira. Já prevêem registro eletrônico (por um chip) de todos os cães, gerenciado por um banco central de dados. Devem também tornar obrigatórios a posse, a criação e o comércio de cachorros perigosos.

As autoridades suíças não parecem dispostas no entanto a seguir o exemplo da França, erradicando esses animais, ou da Alemanha que proibiu a criação deles. A Alemanha tomou a medida depois do clamoroso incidente em junho na cidade de Hamburgo, onde um pitbull despedaçou uma criança de 6 anos.

swissinfo com agências.





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