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Mulheres farão campanha contra prostituição no Euro 2008

Mihares de mulheres são forçadas a se prostituir.

(RDB)

Uma dezena de organizações femininas suíças acaba de lançar um projeto denominado 'Valor civil', destinado a combater a prostituição forçada.

A estratégia pretende também sensibilizar a populacçãon para que contribua na luta contra esse flagelo social.

"É justamente durante grandes eventos como o campeonato europeu de futebol, que ocorrerá no ano que vem na Suíça e na Áustria, que milhares de mulheres são obrigadas a se prostituir", afirmaram as promotoras do projeto "Valor Civil", durante coletiva à imprensa, em Berna.

Denunciaram ainda que centenas de milhares de mulheres e crianças são exploradas atualmente na Europa por máfias organifzadas.

"Os interesses em jogo na exploração de seres humanos são ainda maiores do que no tráfico de drogas" explicaram, acrescentando que "indiretamente as arrecadações públicas também são beneficiadas com esse comércio".

O projeto "Valor Civil" coincide com uma vasta campanha de informação e provenção contra a prostituição forçada antes e durante a Eurocopa de 2008.

O objetivo dessa "Campanha EUROCOPA 08 contra a exploração de branças" é sensibilizar o maior público possível sobre a dimensão e as conseqüências da prostituição forçada e da necessidade de melhorar a proteção das vítimas e das testemunhas.

Investigação de ofício

Com o apoio de voluntárias, o Projeto Valor Civil realizará uma série de atividades até 25 de novembro, jornada de luta contra a violência de que são vítimas mulheres e meninas.

Estão previstas diversas campanhas específicas, uma delas durante a Eurocopa 2008, organizada na Suíça e na Áustria.

A prostituição forçada é um delito investigado de ofício, sublinhou Renata Böhi Reck, da associação que reúne as organizações suíças em defesa das mulheres. Os clientes da prostituição são incitados a denunciar à polícia eventuais casos de prostituição forçada.

No comitê de luta contra esse flagelo fazem parte a atual presidente suíça e ministra das Relações Exteriores, Micheline Calmy-Rey, a ministra da Economia, Doris Leuthard e a presidente da Câmara, Christine Egerszegi.

Participam ainda do comitê dezenas de parlamentares e responsáveis de organizações sociais.

swissinfo com agências

Breves

O governo suíço (Conselho Federal) assinou a Convenção das Nações Unidas sobre o tráfico de seres humanos, que entrou em vigor em 2006.

De acordo com a Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), o tráfico de seres humanos gera ganhos de 32 bilhões de dólares por ano.

É mais do que o que gera o tráfico de drogas e o tráfico de armas.

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