Navegação

Menu Skip link

Funcionalidade principal

O poder nas ruas Em imagens: a Suíça em 2019

O clima foi o tema onipresente em 2019 na Suíça, assim como em quase todos os quadrantes do planeta. A jovem ativista climática sueca Greta Thunberg liderou o movimento em janeiro, roubando os holofotes dos chefes de Estado e ministros que participaram do Fórum Econômico Mundial em Davos. Em outubro, as eleições federais resultaram em uma vitória histórica para os ecologistas. Confira aqui os destaques de um ano suíço tingido de verde.

Em 2019, a luta contra o aquecimento global ocupou a cena política suíça. Outro tema chave foi a igualdade entre homens e mulheres. No dia 14 de junho, cerca de 500.000 pessoas saíram às ruas por todo o país. Este foi o maior evento político desde a greve geral de 100 anos atrás, de acordo com a Associação Sindical Suíça (SUT).

As participantes exigiam equiparação salarial porque em 2019 as mulheres suíças continuavam ganhando quase 20% menos do que os seus colegas homens pelo mesmo trabalho. Isso 38 anos após a introdução do princípio da igualdade na Constituição.  

O clima e as greves das mulheres desaguaram na grande virada do final de outubro: os Verdes e as mulheres registraram vitórias eleitorais históricas.

A coroação do único rei da Suíça também foi um ponto alto do ano. No dia 25 de agosto, em Zug, o bernense Christian Stucki derrubou seu último adversário no Schwingen, tornando-se o rei da luta livre suíça. Seu reinado dura já três anos, e sua insígnia real é uma coroa de louros e um touro.

Em meados de dezembro, Christian Stucki foi eleito o Desportista Suíço do Ano. O rei do tênis mundial Roger Federer teve de se contentar com o segundo lugar. Nem a Suíça consegue tolerar dois reis ao mesmo tempo.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


Teaser Instagram

Siga-nos no Instagram

Siga-nos no Instagram

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.