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(Arquivo) Homem caminha em frente à residência de verão do papa, o Castelo Gandolfo, localizado a sudeste de Roma, em 11 de setembro de 2015

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O papa Francisco renunciou definitivamente a seu palácio de verão em Castelo Gandolfo, a 25 km de Roma, cujos aposentos privados serão abertos aos turistas, anunciou nesta sexta-feira o Vaticano.

O papa argentino, decidido partidário da humildade, já havia renunciado, no início de seu pontificado, aos suntuosos apartamentos no Vaticano, escolhendo viver em um pequeno apartamento de três quartos de uma residência no pequeno Estado.

Francisco nunca dormiu em Castelo Gandolfo, cujos apartamentos serão transformado em um museu que será inaugurado oficialmente no dia 21 de outubro, com um concerto de música popular chinesa.

O papa já abriu ao público os jardins da "Villa Barberini" de Castelo Gandolfo em 2014, com reserva prévia de grupos.

Há um ano também é possível ir a esses jardins em um trem antigo partindo da estação do Vaticano, e visitar uma galeria com os retratos de 51 papas no primeiro andar.

O papa João Paulo II (1978-2005) passou longas férias em Castelo Galfondo, e Bento XVI (2005-2013) também.

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