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Oskar Freysinger Político da extrema-direita não é reeleito

O político suíço Oskar Freysinger não foi reeleito para o cargo de membro no governo cantonal do Valais, região ao sudoeste da Suíça. Membro do Partido do Povo Suíço (UDC, na sigla em francês), Freysinger nasceu em Sierre de um pai austríaco e uma mãe suíça. Formado em literatura e filologia, ele é professor de ginásio. Na política, ele fundou a UDC no cantão do Valais em 2002 e foi deputado-federal pelo partido de 2003 a 2015. Em 2013 foi eleito como membro do poder executivo do cantão do Valais. Controverso, Freysinger foi porta-voz e um dos principais apoiadores da iniciativa popular "Contra a construção de minaretes", aprovada nas urnas em 2009. Após o sucesso da iniciativa, o político participou de diversas conferências no exterior que fizeram polêmica devido às posições julgadas islamófobas dos seus organizadores. Em 2013, a televisão suíça realizou uma reportagem em sua residência, onde exibe no seu porão uma bandeira militar do II. Reich alemão, muito utilizada atualmente por grupos nacionalistas alemães. No mesmo ano, Freysinger também provocou fortes debates após contratar o negador do Holocausto, Slobodan Despot, como assessor de comunicação externa. Nas eleições cantonais de março de 2017, Oscar Freysinger obteve apenas 42 mil e 520 votos e não foi reeleito para o governo.

O político suíço Oskar Freysinger não foi reeleito para o cargo de membro no governo cantonal do Valais, região ao sudoeste da Suíça. Membro do Partido do Povo Suíço (UDC, na sigla em francês), Freysinger nasceu em Sierre de um pai austríaco e uma mãe suíça. Formado em literatura e filologia, ele é professor de ginásio. Na política, ele fundou a UDC no cantão do Valais em 2002 e foi deputado-federal pelo partido de 2003 a 2015. Em 2013 foi eleito como membro do poder executivo do cantão do Valais. Controverso, Freysinger foi porta-voz e um dos principais apoiadores da iniciativa popular "Contra a construção de minaretes", aprovada nas urnas em 2009. Após o sucesso da iniciativa, o político participou de diversas conferências no exterior que fizeram polêmica devido às posições julgadas islamófobas dos seus organizadores. Em 2013, a televisão suíça realizou uma reportagem em sua residência, onde exibe no seu porão uma bandeira militar do II. Reich alemão, muito utilizada atualmente por grupos nacionalistas alemães. No mesmo ano, Freysinger também provocou fortes debates após contratar o negador do Holocausto, Slobodan Despot, como assessor de comunicação externa. Nas eleições cantonais de março de 2017, Oscar Freysinger obteve apenas 42 mil e 520 votos e não foi reeleito para o governo.

(Keystone)

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