Navegação

Menu Skip link

Funcionalidade principal

População estrangeira Imigração para a Suíça aumenta antes da votação do acordo de livre circulação com a UE

O balanço da imigração para a Suíça aumentou novamente no ano passado, antes do referendo de maio lançado pelo Partido Popular Suíço, que pretende acabar com o acordo de livre circulação de pessoas com a União Europeia.

Man cleaning a floor

A imigração contribuiu com 55.000 pessoas para a população da Suíça no ano passado

(Keystone)

A imigração contribuiu com 55.000 pessoas para a população da Suíça no ano passado, informou a Secretaria de Estado para MigraçãoLink externo na quinta-feira (30). A população estrangeira era de 2,1 milhões no final do ano, ou cerca de um quarto dos 8,5 milhões de habitantes do país.

O balanço da imigração da União Europeia e dos países da EFTA (Islândia, Noruega e Liechtenstein) aumentou em quase 32.000, principalmente porque romenos e búlgaros aproveitaram a abertura total do mercado de trabalho suíço para eles em junho de 2019.

Os maiores grupos de cidadãos da UE que vivem na Suíça são da Itália, Alemanha, França, Portugal e Kosovo.

Os suíços decidirão em um referendo no dia 17 de maio se a Suíça deve retomar o controle unilateral da imigração, se necessário à custa da revogação do pacto de livre circulação com a UE que entrou em vigor em 2007.

O referendo faz parte do sistema de democracia direta suíço e está sendo anunciado como o "Brexit" da Suíça.

Impor limites

O referendo reflete o desconforto com o fluxo de estrangeiros para o país. Mas impor limites aos cidadãos da UE violaria acordos bilaterais que melhoram o acesso da Suíça ao mercado único da UE, vital para a economia suíça.

Fazer campanha para se opor à proposta do referendo é uma prioridade para o governo suíço, que se esforça em colocar as relações com a UE em um novo patamar.

A União Europeia quer que os suíços endossem um novo tratado no qual o país adotaria as regras do mercado único e criaria uma plataforma mais eficaz para resolver disputas.

O governo suíço se arrasta há meses enquanto tenta forjar um consenso interno, irritando Bruxelas e provocando uma disputa sobre as transações nas bolsas de valores do bloco europeu e do país. A votação prevista para maio suspendeu qualquer progresso.

O tratado encalhou em meio à oposição, que abrange tanto partidos de esquerda e do centro, normalmente pró-europeus, quanto a extrema-direita anti-UE. Os críticos dizem que o acordo viola a soberania suíça, já que ele não passaria pelo parlamento ou por um referendo no país.


Autorizações de trabalho Cotas para trabalhadores de países fora da UE permanecem iguais em 2020

No próximo ano, a Suíça concederá 8500 vistos de trabalho para cidadãos de países que não fazem parte da União Europeia - o mesmo número que em 2019.

Este conteúdo foi publicado em 28 de Novembro de 2019 13:10


swissinfo.ch/fh

Neuer Inhalt

Horizontal Line


Teaser Instagram

Siga-nos no Instagram

Siga-nos no Instagram

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.