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Programas de formação Acordo busca integrar refugiados no mercado de trabalho

O governo suíço concordou em triplicar sua contribuição financeira para ajudar a impulsionar a integração de refugiados no mercado de trabalho.

Justice Minister Sommaruga (second from right) with members of cantonal governments

A ministra Sommaruga apresentou a agenda de integração com representantes dos cantões e um alto representante do Ministério da Economia

(Keystone)

A ministra da Justiça, Simonetta Sommaruga, disse que as autoridades nacionais pagariam 18 mil francos suíços por pessoa aos 26 cantões responsáveis pela assimilação de refugiados e requerentes de asilo com status de residência temporária.

As medidas resultarão em 162 milhões de francos por ano em gastos governamentais adicionais, incluindo pagamentos de compensação para ajudar menores desacompanhados.

Estima-se que cerca de 11.000 pessoas se beneficiarão dos programas que serão implementados a partir da primavera de 2019.

Sommaruga disse que a agenda de integração - um acordo entre os governos nacional e cantonais - seria recompensada no médio prazo, já que as autoridades municipais, cantonais e nacionais precisarão de menos dinheiro para os pagamentos de ajuda social.

Educação, chave para o sucesso

"É um investimento que está ligado a objetivos claros e ambiciosos", disse Sommaruga em uma coletiva de imprensa.

A ministra estava se referindo a um catálogo de programas de idiomas e habilidades profissionais para a maioria dos refugiados e imigrantes com status de residência temporária, o que lhes permitiria lidar com a vida cotidiana na Suíça e ganhar a vida para eles e suas famílias.

Especialistas dizem que cerca de 70% de todos os refugiados entre 18 e 65 anos têm potencial para trabalhar, o que lhes permite cobrir suas próprias despesas. Cerca de 60% deles têm menos de 26 anos, de acordo com Sommaruga.

"A educação é a chave para ter sucesso no mercado de trabalho suíço", disse Benedikt Würth, presidente da Conferência dos Governos Cantonais.

No entanto, membros do Partido Popular Suíço criticaram a agenda de integração, alegando que é um mecanismo que beneficia os provedores de serviços de integração. O partido também questionou os orçamentos de integração de alguns cantões.

Uma reforma aprovada pelos eleitores em 2016, e que entrará em vigor no próximo ano, deve acelerar os pedidos de asilo individuais, reduzindo consideravelmente o tempo que os candidatos têm de esperar por uma decisão de permanência na Suíça.


swissinfo.ch/fh

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