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Editorias
Economia e direitos humanos
"Business as usual" com a Arábia Saudita?
A Arábia Saudita é um importante parceiro de negócios da Suíça. O reino tem um papel fundamental no conflito na Síria, mas também é tema constante nas manchetes de jornal por violações dos direitos humanos. Países que fazem negócios por lá seriam cúmplices ou apoiaria esse comércio a Primavera Árabe? [...]
50 anos de participação da Suíça
"O Conselho da Europa é profundamente suíço"
Fraude fiscal
Suíça continua na mira de Paris
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China faz aumentar demanda por leite em pó
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Colocar em órbita é difícil e custa caro
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Projeto faraônico risca de capotar nos Alpes
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Músicos populares procuram inspiração além das normas
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Parteiras suíças descontentes com cesarianas
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Especiais
1859: batalha de Solferino (norte da ltália)
Uma batalha em Solferino entre o exército franco-sardo de Napoleão III e tropas austríacas do imperador François-Joseph. A atitude do suíço Henry Dunant em favor dos soldados feridos dos dois lados simboliza o início do movimento da Cruz Vermelha. (Carlo Bossoli, 1815-1884)
Guerra de Secessão (1861-1865)
1863-1864: Assim que criado o Comitê Internacional, uma conferência adota em Genebra o símbolo da cruz vermelha sob um fundo branco (o inverso da bandeira suíça) como emblema protetor. Doze Estados adotam uma primeira convenção de Genebra protegendo os soldados inimigos feridos e os que se ocupam deles. (CICV)
O Crescente Vermelho sobre um selo turco de 1929
1876: O Crescente Vermelho é adotado pelo Império Otomano durante a guerra contra a Rússia. Ele será reconhecido na Convenção de Genebra de 1929. (wikimedia.org)
Henry Dunant (1828-1910)
1901: Henry Dunant recebe o prêmio Nobel da Paz. Natural de Genebra, ele morre em 1910 em Heiden (Appenzell Rhodes-Exteriores). Ele viveu na pobreza os 18 últimos anos de sua vida. (CICR)
1914-1918: prisioneiros alemães
Durante a Primeira Guerra Mundial, a Cruz Vermelha reforça sua ação de proteção e de recenseamento dos prisioneiros de guerra. Ela começa a distribuir pacotes de primeiros socorros e enviar mensagens destinadas aos civis isolados atrás das linhas inimigas. (CICV)
Os australianos se preparam para um ataque com gás perto de Ypres (1917)
Em fevereiro de 1918, o CICV lança um apelo para que os beligerantes cessem de utilizar gases tóxicos. Essa arma, que teria matado cerca de 100 mil pessoas durante o conflito, será proibida pelo Protocolo de Genebra em 1925. (Imperial War Museum, Londres)
1921: Fome na Rússia
A Cruz Vermelha mobiliza a comunidade internacional para tentar salvar 32 milhões de pessoas famintas na Rússia, Ucrânia e Geórgia. (CICV)
A Segunda Guerra Mundial e seus campos de concentração
1939-1945: Nesse conflito marcado pela vontade do regime nazista de exterminar os judeus, o número de vítimas civis ultrapassa pela primeira vez o de soldados. Se o CICV consegue aumentar a proteção dos prisioneiros de guerra, sua atuação em favor dos civis detidos em campos de concentração será muito limitada ou quase inexistente. (Cruz Vermelha polonesa)
Primeira utilização da bomba atômica
Como a imprensa internacional, a Cruz Vermelha não percebe imediatamente a proporção do martírio sofrido pelas cidades japonesas destruídas pelas bombas atômicas americanas. Em 8 de setembro de 1945, mais de um mês depois do ataque a Hiroshima, o delegado do CICV Marcel Junod é o primeiro médico estrangeiro a chegar lá. (Keystone/Benoît Junod)
Prisioneiros no conflito do Yemen, 1964
Em 1949, uma conferência adota em Genebra quatro convenções que reforçam de maneira significativa o direito internacional. O principal avanço e a quarta convenção que se aplica aos civis. Os quatro textos contêm um artigo comum sobre a proteção das vítimas de conflitos armados não internacionais. (CICV)
Ataque americano contra vietcongues, na guerra do Vietnã
1960: Começo de uma década de multiplicação das sociedades da Cruz Vermelha com os movimentos de independência das antigas colônias na África e na Ásia. Existem atualmente 186 sociedades nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em todo o mundo. (Horst Faas)
A guerra da Biafra emociona o mundo
1967-1970: A guerra da Biafra (Nigéria) provoca uma catástrofe humanitária. O caráter interno do conflito e a recusa do governo nigeriano paralisam a atuação da Cruz Vermelha. Esse bloqueio deu origem à criação da Ong Médicos Sem Fronteiras, sob a impulsão do francês Bernard Kouchner (H.D. Finck/CICV)
Os dramas da África
Nos anos 1980, numerosos conflitos na África provocaram centenas de milhares de deslocados internos, como aqui em Uganda, onde um homem escreve uma mensagem Cruz Vermelha para sua família. (Liliane de Toledo/CICV)
O genocídio ruandês
A comunidade internacional é incapaz de impedir o genocídio em Ruanda, com a morte de 500 mil a 1 milhão de pessoas de abril a julho de 1994. O CICV continua presente no país durante esses meses de massacres. (Thierry Gassmann, CICV)
Um novo emblema
Em 2007 entra em vigor o Cristal Vermelho, terceiro emblema depois da Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho. Adotado sob a impulsão da Suíça, ele permite a entrada de socorros israelenses e palestinos no movimento. (Keystone/Laurent Gillieron)
29 Junho, 2012
Durante seus 153 anos de história, a Cruz Vermelha presenciou numerosos progressos dos direitos humanos. Entretanto, também houve trágicos acontecimentos durante os quais a comunidade internacional não pode prestar grandes socorros.
Uma volta a esses anos em imagens.
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