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Vida subterrânea


Vaud enfrenta dificuldades para abrigar refugiados


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Em 2014 houve um aumento marcante no número de refugiados, especialmente originados da Eritreia e Síria. Porém as autoridades locais enfrentam o desafio de encontrar local apropriado para abrigar todos eles. (RTS/swissinfo.ch).

No cantão de Vaud (oeste), a prática de acomodar os refugiados em abrigos subterrâneos da defesa civil tem causado controvérsia. No vilarejo de Bussigny, 50 homens vivem em um desses espaços, com três quartos, dois chuveiros e quatro banheiros.

As autoridades de Vaud admitem que as condições não sejam ideais, mas a carência de moradias em toda a região, especialmente nas áreas próximas ao lago de Genebra, não facilita sua tarefa de encontrar alternativas. Em todo o cantão, solicitantes de asilo político foram acomodados em nove abrigos da defesa civil, muito mais do que em outras partes do país.

Genebra irá abrir em breve um segundo bunker. Berna já utiliza cinco. Neuchâtel tem dois e Friburgo, um. Jura e o Valais conseguem resolver o problema sem utilizar os abrigos.

O número de refugiados sírios manteve-se constante desde o início do ano, o de eritreus aumentou drasticamente, atingindo um pico de quase 1.500 em julho. Esses dois grupos constituem um terço dos requerentes de asilo na Suíça.