Navegação

Menu Skip link

Funcionalidade principal

Índice WEF A Suíça continua sendo a economia mais competitiva do mundo

O Fórum Econômico Mundial (WEF) elogiou a Suíça por combinar um mercado de trabalho altamente flexibilizado com proteção dos direitos trabalhistas

(Keystone)

A Suíça está novamente no topo do Índice de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial (WEF) - pelo nono ano consecutivo e muito à frente dos Estados Unidos e de Cingapura. 

O país ganhou a sua pontuação mais alta dos últimos dez anos no ranking do WEF graças à sua capacidade de inovar, às suas empresas sofisticadas e a um mercado de trabalho altamente eficaz.

"O desempenho econômico se beneficia de fundamentos extremamente fortes, incluindo saúde pública, educação primária e um ambiente macroeconômico comparativamente sólido. A sua economia tem um alto nível de flexibilidade, e seu mercado de trabalho é classificados como o de melhor desempenho na comparação global", escreveram os autores.

Assim como a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, os Países Baixos e a Alemanha, a Suíça obteve pontuações elevadas tanto para a flexibilidade do mercado de trabalho quanto para a proteção dos direitos dos trabalhadores.

"Os governos que perseguem ambos os objetivos podem alcançar mercados de trabalho eficientes, bem como baixos níveis de desigualdade", afirmou o relatório.

Apesar de cair um lugar no quesito do ensino superior (quarta colocação) e de cair para segundo lugar, atrás da Nova Zelândia, em "prontidão tecnológica", a nação alpina fez grandes progressos nas categorias de saúde e educação primária, escalando seis lugares, do oitavo ao segundo.

Entre as outras economias maiores do G20 no top 10 do WEF, estão incluídas a Alemanha (5), a Grã-Bretanha (8) e o Japão (9). A China é o país com o ranking mais alto entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia e China) grupo de grandes mercados emergentes, subindo este ano para a 27.a posição.

Além dos rankings competitivos individuais, o relatório do WEF destacou o risco de novos choques financeiros no horizonte e argumentou que as nações continuam mal preparadas para a próxima onda de inovação e automação.

"Dez anos depois da crise financeira global, as perspectivas de uma recuperação econômica sustentada continuam em risco devido a um fracasso generalizado de líderes políticos e tomadores de decisão em implementar reformas necessárias para sustentar a competitividade e promover aumentos muito necessários na produtividade", afirmou o WEF.

O Brasil subiu uma posição (80.o lugar este ano), e Portugal, que vem surfando no sucesso de uma inteligente política econômica, ganhou quatro posições (de 46 para 42). 


Adaptação: Eduardo Simantob, swissinfo.ch/sb

Palavras-chave

Neuer Inhalt

Horizontal Line


Teaser Instagram

Suas perguntas se transformam em nossas matérias

Suas perguntas se transformam em nossas matérias

Suas perguntas se transformam em nossas matérias

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.