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"Não da Suíça à Onu seria incompreensível"

O secretário geral da ONU falava à TV suíça

(Keystone Archive)

Os suíços votam pela segunda vez em 15 anos proposta de adesão às Nações Unidas. Um voto negativo seria "incompreensível na opinião do secretário geral da entidade. A Suíça e o Vaticano são os únicos países fora da organização.

O mundo inteiro, tirando Suíça e Vaticano, são membros integrais das Nações Unidas. O que indaga o secretário geral da ONU é o seguinte: "Pode-se ficar fora?". Fora do mundo? Para Kofi Annan a incompreensão seria generalizada em caso de voto negativo, como aconteceu em 1986, quando cerca de dois terços dos eleitores disseram "Não" ao projeto de adesão.

E a neutralidade?

O secretário geral - que falava no Telejornal da TV da Suíça de expressão francesa na noite de quinta-feira - estima porém que os países membros não questionariam a manutenção da sede européia da ONU em Genebra.

Na entrevista, Kofi Annan tranqüilizou os suíços inquietos com eventual ameaça neutralidade, resultante de uma adesão às Nações Unidas: "Como país membro, a Suíça jamais seria obrigada a fazer o que não deseja", realçou.

Annan destacou também que, por exemplo, em caso de manutenção da paz, a ONU solicita a cada país membro que lhe forneça um contingente de soldados. Cada um é livre de envolver. E, caso participe, de definir as modalidades...

Sim é provável

O secretário geral insistiu ainda que a Suíça pode aportar muito à organização internacional.

A última sondagem de opinião sobre a votação - prevista dia 3 de março - indica que 56% dos eleitores são em favor, 30% contra. Os restantes não se definiram.
A novidade na pesquisa é que, pela primeira vez, a maioria dos cantões (estados) é favorável à adesão.

Como toda emenda constitucional na Suíça, a adesão à Onu precisa de dupla maioria: dos eleitores e dos 26 cantões.

swissinfo com agências.

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