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A máquina que destrói moedas

Exemplo do que fica de moedas como o marco alemão

(Keystone)

"Decoiner", a máquina suíça que inutiliza até cinco toneladas de peças de moeda por hora, tira amplo proveito da generalização do euro em 12 dos 15 países da União Européia.

"Decoiner" - de des + coin, moeda em inglês - vê o futuro cor de rosa, pelo menos neste início de ano, quando os 12 países da "Eurolândia" generalizaram o euro, a nova moeda que, (depois de ser utilizada, durante 3 anos, unicamente em transações comerciais), chegou ao bolso dos cidadãos.

Marketing desnecessário

A máquina parece ter sucesso, nem precisando fazer muita publicidade de suas competências. Bancos europeus são os excelentes clientes do fabricante do "Decoiner", produto da empresa Cablofer, instalada na cidadezinha de Bex, estado do Valais.

A máquina tem dois rolos que entortam as moedas, tornando-as inutilizáveis. O metal retirado das peças (cobre-níquel) pode ser reutilizado no fabrico de outras moedas

O protótipo do "Decoiner" fora bem recebido na Feira da Moeda em Basiléia, há exatamente 4 anos, em janeiro de 1998. No mês de julho do mesmo ano, um novo modelo conseguia deformar de maneira irreversível mais de 2 toneladas por hora.

Interesse alemão

Em 1999, produziram-se cinco máquinas do gênero para oito bancos da Alemanha. O Bundesbank (banco central do país) fez encomenda adicional de 5 máquinas da mesma geração e que já podia destruir 2.5 toneladas por hora. Foram entregues em meados de dezembro passado.

Neste ano, os primeiros compradores foram os austríacos. E agora, Cablofer deve produzir dois "Decoiner", solicitados pela Itália. Os novos modelos já têm melhor desempenho, sendo capaz de destruir até 5 toneladas de moeda por hora.

Mesmo com sucesso, Cablofer precisar competitiva. Só na Europa seis empresas concorrem nesse mesmo segmento do mercado.

swissinfo com agências.


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