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Adesão à ONU é alvo do governo.

Sede européia das Nações Unidas, em Genebra.

(Keystone)

O governo suíço lança consulta sobre a adesão do país às Nações Unidas no período de 3 anos. Com exceção do Vaticano e Tuvalu, ilha perdida do Pacífico, a Suíça é o único país que continua fora da ONU. Há 14 anos o povo suíço votou contra...

O período de consulta vai até 5 de outubro. Mas o governo manifesta firme intenção de levar adiante esse projeto de adesão, fixando como prazo dezembro de 2003. E espera que desta vez tenha mais êxito que em 1986 quando o povo disse um não claro à entrada da Suíça no sistema das Nações Unidas.

A situação atual da Suíça é considerada não só anacrônica como também ilógica até porque a sede européia das Nações Unidas é em Genebra e a Suíça é um dos principais contribuintes fnanceiros da ONU. (O cálculo é feito em função da renda per capita e sendo a da suíça uma das mais altas do mundo o país paga quase meio bilhão de francos).

Como não-membro, a Suíça fica excluída de todos os órgãos políticos das Nações Unidas. Mas está presente em todas as agências especializadas da ONU. Por outro lado vários objetivos da ONU coincidem com os do país. Por ex. na questão da manutenção da paz.

O governo realça que a adesão é compatível com a política de neutralidade da Suíça e confere ao país maior peso internacional. Financeiramente depois do ingresso, custaria cerca de 50 milhões adicionais.

Vale lembrar que em março foi entregue à chancelaria federal uma iniciativa popular - instrumento da democracia suíça - com 124 mil assinaturas. Em conseqüência o povo deve pronunciar-se novamente sobre a questão.

swissinfo com agências.

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