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Imagem do prédio do Banco Mundial, em Washington DC, em 7 de maio de 2007

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As tensões crescentes em torno do programa nuclear da Coreia do Norte podem representar uma ameaça ao crescimento robusto na Ásia, apontou um economista do Banco Mundial.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Ásia Oriental e da região do Pacífico deve crescer 6,4% neste ano, 6,2% no ano que vem e 6,1% em 2019, um pouco melhor que as previsões do BM publicadas em abril.

"O desenvolvimento da Ásia Oriental e do Pacífico é melhor que em qualquer outra região em desenvolvimento do mundo, e deve seguir nesta direção", declarou nesta quarta-feira (4) Sudhir Shetty, economista-chefe da instituição na Ásia.

Essa evolução é explicada por "um ambiente externo favorável e uma demanda interna robusta", indicou ele, comentando as estimativas do último relatório do BM.

Contudo, as tensões com a Coreia do Norte "podem potencialmente afetar as trocas, bem como o acesso a financiamentos externos" e, portanto, ter impacto na economia, advertiu Shetty, que falou à imprensa por videoconferência de Bangcoc.

"O crescimento das tensões na região poderia tornar os fluxos de capital e as taxas de juros mais voláteis e levar a taxas mais elevadas", acrescentou.

Pyongyang tem feito diversos testes balísticos e nucleares, violando resoluções da ONU, enquanto o líder norte-coreano Kim Jong-Un e o presidente americano Donald Trump se enfrentam em uma guerra verbal.

O aumento do protecionismo dos Estados Unidos durante o governo Trump e incerteza provocada pela saída do Reino Unido da União Europeia também representam ameaças, alertou.

A China, segunda maior economia mundial, deve ver seu PIB avançar 6,7% neste ano, 6,4% em 2018 e 6,3% em 2019, enquanto a atividade econômica se equilibra entre demanda externa e consumo interno, segundo o documento.

O crescimento econômico das cinco maiores economias do Sudeste Asiático deve ser de 5,1% neste ano e 5,2% em 2018 e 2019, um pouco acima das estimativas anteriores do BM.

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AFP