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Foguete lançado pela agência espacial indiana, ISRO, em Sriharikota, na Índia, no dia 8 de setembro de 2016

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A Índia espera fazer história ao lançar um recorde de 104 satélites a partir de um único foguete nesta quarta-feira (15), conforme sua agência espacial parece avançar na corrida espacial comercial.

O foguete está pronto para ser lançado do centro espacial de Sriharikota, informou a Organização de Pesquisas Espaciais da Índia (ISRO), em um comunicado divulgado nesta terça (14).

O veículo de lançamento levará a bordo um satélite principal de 714 kg para observação da Terra, além de 103 "nanossatélites", que pesam um total de 664 kg.

Quase todos os nanossatélites são de outros países, incluindo Israel, Cazaquistão, Holanda, Suíça, Emirados Árabes Unidos e 96 dos Estados Unidos, disse a ISRO.

Se for bem-sucedida, a Índia estabelecerá um recorde mundial como o país a lançar o maior número de satélites de uma vez, superando a Rússia, que lançou 39 satélites em uma única missão em junho de 2014.

O mercado de lançamento de satélites comerciais está crescendo à medida que a telefonia, a Internet e empresas procuram comunicações melhores e de alta tecnologia.

Conhecida por seu programa espacial de baixo custo, a Índia está competindo com outros atores internacionais, principalmente empresas especializadas como SpaceX e Blue Origin, por uma parcela maior desse mercado de lançamento.

Nova Délhi aspira a se tornar uma verdadeira potência espacial internacional. O país esta desenvolvendo principalmente uma nave reutilizável, que permitiria lançar satélites a preços muito mais baixos do que os atuais.

Em junho passado, a Índia estabeleceu um recorde nacional, após lançar com sucesso um foguete com 20 satélites, incluindo 13 dos Estados Unidos.

O país enviou um foguete não tripulado para orbitar Marte em 2013, com um custo de apenas US$ 73 milhões, em comparação com a missão Maven da Nasa (a agência espacial americana), de US$ US$ 671 milhões.

A ISRO, organização estatal, também estuda a ideia de realizar missões para Júpiter e Vênus.

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AFP