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O presidente Donald Trump e seu colega russo, Vladimir Putin, conversam durante a cúpula da Apec, em 11 de novembro de 2017, em Danang

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O presidente americano, Donald Trump, e seu colega russo, Vladimir Putin, concordam em que não há uma "solução militar" possível para a guerra na Síria, anunciaram neste sábado Washington e Moscou em um comunicado conjunto.

"Os presidentes estão de acordo em dizer que o conflito na Síria não tem solução militar", e confirmaram sua "determinação a vencer o Estado Islâmico (EI)", segundo um comunicado publicado nos sites da Casa Branca e do Kremlin.

Os dois chefes de Estado participaram da reunião de cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico em Danang, Vietnã.

"Os presidentes confirmaram seu compromisso com a soberania da Síria, sua independência, sua unidade, sua integridade territorial e sua natureza secular", e pediram a todas as partes que participem das discussões promovidas pela ONU em Genebra, diz o comunicado.

"Os presidentes também discutiram a necessidade de reduzir o sofrimento humano na Síria, e pediram a todos os países-membros da ONU que aumentem a sua contribuição, para cobrir as necessidades humanitárias nos próximos meses", acrescenta o texto.

Desde 2015, a Rússia realiza uma campanha de bombardeios aéreos na Síria, em apoio ao presidente Bashar Al-Assad, o que provocou uma virada no conflito em favor do governo.

Segundo a declaração conjunta, porém, os dois países "estão satisfeitos" com os esforços empregados para evitar incidentes entre as suas respectivas forças na Síria, "o que fez aumentar de forma considerável as derrotas do EI no campo de batalha nestes últimos meses".

Desde 2011 e o início do conflito sangrento na Síria, todas as iniciativas para pôr fim à guerra fracassaram. O principal obstáculo são as posições diferentes acerca do futuro do presidente Assad.

O conflito já deixou mais de 330 mil mortos e milhões de refugiados internos.

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AFP