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"Não sejam cúmplices da ditadura venezuelana", diz Guaidó após críticas por contatos em Oslo

O líder da oposição venezuelana e autoproclamado presidente interino, Juan Guaido, fala na Universidade Católica Andres Bello, em Caracas, em 24 de maio de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. maio 2019 - 20:19
(AFP)

O líder opositor Juan Guaidó defendeu neste domingo o envio de delegados a Oslo em uma tentativa de mediação da Noruega na crise política venezuelana, alertando críticos de seu próprio espectro político que com essa via podem acabar cúmplices "da ditadura" de Nicolás Maduro.

"Os que não entendem que temos jogar em todos os tabuleiros, que temos que ter presença ativa em todos os lugares, (...) estão cooperando com outra causa", afirmou Guaidó a centenas de seguidores no Barquisimeto, estado Lara (oeste).

"De Lara até a Noruega, de Caracas até Washington, nossas exigências são as mesmas. Quem pretenda que renunciemos à pressão nas ruas ou nos cenários internacionais para o fim da usurpação, se torna cúmplice da ditadura", escreveu depois no Twitter.

Guaidó confirmou no sábado o envio de representantes a Oslo para um encontro nos próximos dias com seus contra-partes do governo de Maduro, dando continuidade à mediação do reino escandinavo.

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