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Uma mulher posa em uma galeria abstrata da exposição "29Rooms" em Nova York

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Os visitantes tocam a arte, a vestem e até mesmo pulam nela na popular exposição imersiva "29Rooms" que está sendo realizada em um armazém do Brooklyn, em Nova York.

Artistas, empresas e organizações sem fins lucrativos se uniram para o evento interativo de quatro dias hospedado pelo site Refinery29, que encerra nesta segunda-feira.

Em contraste com os museus tradicionais, os visitantes do 29Rooms são encorajados a se envolverem fisicamente com as instalações, disse a diretora criativa e cofundadora Piera Gelardi.

O evento, explicou, pega "a diversão e a interatividade de uma casa de diversões" e as combina com "a relevância cultural de um museu", com os 29 espaços relacionados aos tópicos cobertos pelo site.

Posts no Instagram e selfies são encorajados.

"Sabemos que as pessoas estão desejando experiências na vida real, mas que elas também querem alimentar suas vidas digitais", disse Gelardi.

"A arte pode ser muito intimidadora e queríamos criar uma experiência de arte diferente que fosse muito interativa", acrescentou.

O site "começou focado em estilo, mas nós crescemos e passamos a cobrir tudo desde estilo e beleza até política e imagem corporal", afirmou.

Todos os 20.000 ingressos, que custam US$ 19 cada, foram vendidos rapidamente antes da abertura do evento, na sexta-feira.

As exposições incluem uma criação do ator Jake Gyllenhaal, que convida os visitantes a escreverem uma preocupação pessoal em um pedaço de papel antes de destruí-lo com um triturador manual.

Em outro quarto, criado pela artista americana Alexa Meade, os visitantes podem usar roupas e acessórios pintados, misturando-se perfeitamente com uma parede também pintada por ela enquanto posam para fotos.

Há também salas que promovem mensagens sociais, uma delas em colaboração com a organização de planejamento familiar Planned Parenthood, que convida os visitantes a ouvirem as histórias de pessoas que foram ajudadas.

"Queremos criar uma experiência que seja divertida e alegre, mas que também seja provocadora e que aproveite o que está acontecendo na cultura agora", resumiu Gelardi.

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AFP