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(Arquivo) Foto tirada em 28 de abril de 2016 mostra a entrada do edifício do The New York Times, na Oitava Avenida, em Nova York

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Um juiz nova-iorquino infligiu uma derrota à ex-candidata à vice-presidência dos Estados Unidos em 2008 Sarah Palin, que abriu um processo por difamação contra o New York Times, um caso considerado emblemático sobre os direitos da imprensa durante o mandato de Donald Trump.

"Somente nos Estados Unidos o jornalismo político é tão livre, tão sólido e, provavelmente, tão confrontativo", justificou o juiz federal Jed Rakoff, ao rejeitar a demanda de Palin.

"No exercício da liberdade, provavelmente são cometidos erros, alguns dos quais possam ofender outros", admitiu.

O juiz fazia alusão a um recente editorial do New York Times, publicado no dia seguinte de um ataque cometido por um homem desequilibrado que disparou em 14 de junho contra congressistas republicanos que jogavam beisebol perto de Washington.

O editorial estabelecia uma relação entre um ataque anterior cometido em 2011 contra a congressista do Arizona Gabrielle Giffords e uma propaganda de um comitê de apoio a Sarah Palin, na qual o distrito de Giffords estava marcado com um símbolo que se assemelhava a uma mira telescópica.

O Times corrigiu o editorial não assinado no dia seguinte, reconhecendo que nada permitia afirmar que o agressor que feriu gravemente Giffords e matou outras seis pessoas foi influenciado pela propaganda mencionada.

Mas Palin, ex-governadora do Alasca, queria igualmente uma condenação de difamação contra o veículo.

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AFP