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O preço das ações da fabricante automobilística chinesa Great Wall Motor caiu, nesta quarta-feira, após ela dizer que "não está envolvida em negociações" com a ítalo-americana Fiat Chrysler

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O preço das ações da fabricante automobilística chinesa Great Wall Motor caiu, nesta quarta-feira, após ela dizer que "não está envolvida em negociações" com a ítalo-americana Fiat Chrysler para comprar a marca Jeep.

A empresa da China, conhecida por seus utilitários esportivos, tinha apontado na segunda-feira seu interesse em adquirir a Fiat Chrysler Automobiles (FCA), antes das especulações sobre o interesse na Jeep.

Em um anúncio na noite de terça-feira, a Great Wall disse que "não tinha contactado" a equipe sênior da FCA e que "nenhum progresso real" acerca do tema tinha sido feito.

A Great Wall Motor é a sétima colocada entre as montadoras chinesas em termos de vendas - foram 1,07 bilhão de unidades na China e 17,4 mil no exterior no ano passado. A compra da FCA elevaria a empresa a um novo patamar.

O acordo seria muito benéfico para a indústria automobilística da China, mas nos Estados Unidos poderia acirrar tensões políticas. O presidente Donald Trump já criticou o desequilíbrio comercial entre seu país e o gigante asiático.

Mas as ações da Great Wall caíram 1,58% em Xangai nesta quarta-feira, após o pronunciamento da empresa. A bolsa de valores de Hong Kong estava fechada por causa do furacão Hato.

A China é o maior mercado de veículos mundial, e as vendas de SUVs no ano passado subiram 45%, com 9 milhões de unidades vendidas, segundo dados da indústria.

A Fiat Chrysler vendeu 110 mil carros fabricados na China na primeira metade deste ano, graças, sobretudo, à alta das vendas de Jeeps montados em parceira com o grupo GAC.

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AFP