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Donald Trump discursa no Manuel Artime Theater em Miami

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Donald Trump disse que os Estados Unidos estão prontos para usar a força visando resolver a crise nuclear com a Coreia do Norte.

Quadro das forças americanas no sudeste asiático:

- Coreia do Sul -

Um componente-chave do poderio militar dos EUA no Pacífico é o contingente estacionado na Coreia do Sul, um legado da Guerra da Coreia (1950-53).

O Pentágono conta com 28.500 homens da Força Aérea, Exército, Marinha e Fuzileiros na Coreia do Sul.

O grosso da tropa - cerca de 19 mil homens - é composto pela VIII Divisão do Exército americano, estacionada em Yongsan, a apenas 40 km da fronteira com a Coreia do Norte.

Esta força é apoiada por vários esquadrões de caças F-16 e aviões de ataque A-10.

As forças americanas têm um estreito vínculo com os militares sul-coreanos, e manobras conjuntas ocorrem de forma frequente. Os próximos exercícios estão programados para o final de agosto.

O Pentágono também instalou recentemente na Coreia do Sul um sistema THAAD (Terminal High Altitude Area Defense), capaz de interceptar mísseis balísticos de médio alcance.

- Japão -

Os Estados Unidos têm uma forte presença militar no Japão desde o final da Segunda Guerra Mundial, totalizando cerca de 50 mil homens.

O maior contingente é o dos Marines (Fuzileiros), com mais de 20 mil homens estacionados de maneira permanente nas bases de Futenma e Iwakuni.

Estas tropas estão sob o controle do Comando do Pacífico, que tem mais de 377 mil membros, entre civis e militares, na região Ásia-Pacífico.

A Sétima Frota, baseada em Yokosuka e encarregada da região, é a maior da Marinha americana.

- Poder naval -

No momento, apenas o porta-aviões "USS Ronald Reagan" está na zona, enquanto o porta-aviões "USS Theodore Roosevelt" realiza exercícios no sul da Califórnia e o "USS Nimitz" se encontra no Golfo.

A Marinha tem ainda uma frota de submarinos nucleares, cuja localização é secreta, mas é provável que vários estejam na região.

- Guam -

Os Estados Unidos têm mais de 5 mil homens estacionados permanentemente na ilha de Guam, um pequeno território americano que a Coreia do Norte planeja atacar com mísseis.

Esta paradisíaca ilha do Pacífico abriga a Base Andersen da Força Aérea, com bombardeiros B-1 e caças F-16.

Guam também está protegida por um escudo antimísseis THAAD.

AFP