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A primeira-dama francesa Brigitte Macron, em 8 de julho de 2017, em Hamburgo, na Alemanha

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Um abaixo-assinado "contra o status de primeira-dama para Brigitte Macron" lançado há duas semanas na internet reunia neste domingo mais de 150.000 assinaturas, na esperança de bloquear o projeto do presidente francês.

"Não há nenhuma razão para que a esposa do chefe de Estado obtenha um orçamento dos fundos públicos", diz a petição em Change.org lançada por Thierry Paul Valette, que se apresenta como "artista pintor e autor" e "cidadão engajado".

"Brigitte Macron dispõe atualmente de uma equipe de dois a três funcionários, bem como dois secretários e dois agentes de segurança e isso é o suficiente", afirma o texto, destacando as promessas do governo de poupar dinheiro público.

"Nós condenamos veementemente todos os ataques sexistas contra Brigitte Macron", ex-professora de teatro do presidente e 25 anos mais velha, "e não questionamos as suas habilidades", assegura o texto.

"No entanto, em um período de moralização da vida política francesa", com a adoção no início de agosto de um projeto de lei que proíbe o emprego de familiares por ministros e parlamentares, "não podemos decentemente endossar a iniciativa de um status especial para a esposa" do chefe de Estado.

Durante a campanha presidencial, Emmanuel Macron indicou que sua esposa teria um "papel público", mas não "seria remunerada pelos contribuintes".

AFP