Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Pedestres caminham em Roma, no dia 14 de agosto de 2017

(afp_tickers)

A macabra descoberta das pernas de uma mulher em uma lata de lixo de um bairro residencial de Roma foi rapidamente esclarecida nesta quarta-feira com a prisão do irmão da vítima, que confessou tê-la esquartejado, indicaram meios de comunicação italianos.

Maurizio, de 62 anos, é suspeito de ter assassinado na segunda-feira a sua irmã, Nicoletta, de 59, e ter espalhado o seu cadáver em diferentes partes da cidade, informou a imprensa.

Maurizio e Nicoletta viviam juntos em um apartamento do bairro de Flaminio, norte de Roma, em frente a uma escola da Polícia.

O suspeito foi preso nesta quarta após confessar o crime, cometido, ao que parece, por diferenças econômicas com sua irmã, segundo a imprensa, que citou fontes policiais.

O caso, que teve grande impacto público, foi descoberto na noite de terça-feira quando uma menina que olhava a lixeira levou um susto ao encontrar as duas pernas da vítima, cortadas na altura da virilha.

Nesta quarta-feira pela manhã, a Polícia encontrou o tronco e a cabeça da vítima, que foram colocados em outra lata de lixo, a 2,5 quilômetros da primeira.

A Polícia rapidamente chegou a Maurizio mediante as câmeras de vigilância do bairro, que captaram o momento em que ele jogava algo na primeira lixeira.

O esquartejamento de Nicoletta trouxe à tona a lembrança do macabro achado em 2015 de uma perna perto de um afluente do rio Tibre.

Na perna, uma tatuagem dizia: "hoje é um bom dia para morrer".

Os investigadores conseguiram identificar rapidamente o morto, membro de uma torcida organizada do time de futebol Lazio, dependente químico e assaltante reincidente.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP