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Médicos participam de manifestação, em Londres, no dia 26 de abril de 2016

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Os médicos residentes alcançaram nesta quarta-feira um acordo com o governo conservador britânico que resolve um conflito que os levou a uma greve pela primeira vez em quatro décadas, anunciaram os mediadores.

A organização de classe ACAS "confirma o acordo" entre o governo e o sindicato BMA (Associação Médica Britânica) para o novo contrato dos médicos internos ou residentes, que agora votarão sobre o assunto.

Os detalhes do novo contrato com o Serviço Nacional de Saúde (NHS, em inglês) serão revelados mais adiante, mas os médicos se queixavam da pretensão do governos de fazê-los trabalhar aos fins de semana sem compensação e da falta de pessoal e meios para atender seus pacientes.

Os médicos residentes fizeram 10 dias de greve alternados desde janeiro, algo que não ocorria há 40 anos. O conflito se agravou em abril, quando, pela primeira vez na história, deixaram de atender inclusive os serviços de urgência.

Existem mais de 50.000 médicos residentes na Inglaterra - a saúde está descentralizada e Escócia e País de Gales gerenciam as suas -, um terço do total de médicos.

Trata-se de médicos licenciados há pouco tempo que estão completando o estudo prático profissional.

AFP