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Forças de segurança afegãs próximo ao local onde aconteceu o ataque suicida em Cabul, no dia 31 de outubro de 2017

(afp_tickers)

Um adolescente-bomba de cerca de 13 anos se explodiu nesta terça-feira na "zona verde" - o bairro diplomático - de Cabul, deixando ao menos cinco mortos, em um ataque reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI).

Esse é o primeiro atentado em cinco meses contra este setor superprotegido da capital afegã, cuja segurança foi reforçada desde o atentado com caminhão-bomba em 31 de maio, que deixou 150 mortos e 400 feridos.

O atentado, reivindicado pelo EI através do aplicativo Telegram, implica um severo golpe para a credibilidade das autoridades e do presidente Ashraf Ghani, que ouviu muitos pedidos das embaixadas que intensificasse a vigilância nesse bairro, depois do massacre de maio.

Segundo um comunicado, o presidente Ghani "ordenou uma minuciosa investigação para determinar como o camicase conseguiu se infiltrar na zona".

O ataque aconteceu na hora do fim do expediente, em meio a pedestres e ciclistas.

O objetivo do ataque pode ter sido o escritório de protocolo do ministério da Defesa, segundo seu porta-voz, Dawlat Waziri.

A explosão deixou o ar impregnado de pó e uma fumaça densa. Civis e policiais tentaram evacuar as vítimas, segundo constataram fotógrafos da AFP.

Este ataque é o décimo reivindicado pelo EI em Cabul desde janeiro passado.

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AFP