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(2012) Suspeitos de planejar um ataque jihadista chegam em um carro da polícia a um tribunal de Copenhague

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Uma adolescente simpatizante do grupo extremista Estado Islâmico (EI) foi condenada nesta quinta-feira na Dinamarca a seis anos de prisão por "tentativa de ato terrorista", depois de ter planejado atentados com bombas contra escolas.

O tribunal de Holbaek, 60 km a oeste da capital Copenhague, determinou sua culpa neste caso na terça-feira. A jovem, de 17 anos, poderia ter sido condenada a prisão perpétua.

A adolescente, que na época tinha 15 anos, foi detida em janeiro de 2016 em seu domicílio de Kundby, 65 km a oeste de Copenhague. A polícia foi avisada por sua família, que estava preocupada pelos experimentos químicos suspeitos que a jovem guardava no sótão de sua casa.

No registro, os investigadores encontraram "uma garrafa de peróxido de hidrogênio, uma garrafa de ácido cítrico, uma garrafa de acetona e um cubo de plástico com resíduos desconhecidos". Todos os componentes foram comprados em lojas de produtos de beleza, afirmou o tribunal.

Os investigadores descobriram que a adolescente, que havia se convertido ao islã poucos meses antes, havia escrito que planejava explodir bombas em sua antiga escola primária e em uma escola judaica de Copenhague.

Segundo os especialistas, os produtos na casa da jovem não teriam sido suficientes para fabricar bomba realmente perigosa, mas o tribunal de Holbaek considerou determinante a intenção criminosa e suas motivações.

A jovem tinha deixado por escrito, em papel e pela a internet, vários sinais de sua adesão à ideologia do grupo EI e entrou em contato com seus membros pelo Twitter.

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