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Um soldado venezuelano guarda um avião militar, em Tumeremo, Venezuela, no dia 21 de julho de 2015

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Trabalhadores da Direção Nacional de Aeronáutica Civil do Chile (Dgac) realizarão nesta terça-feira uma greve de 24 horas para exigir melhoras em suas aposentadorias, o que afetará as saídas de voos comerciais nos aeroportos do país.

"Até este minuto se mantém a greve de todos os aeroportos do país, inclusive a Ilha de Páscoa, desde as zero horas de terça-feira e por 24 horas, com uma adesão de 90% dos trabalhadores", disse à AFP José Pérez, presidente da Associação Nacional de Funcionários da Direção Geral da Aeronáutica Civil.

Os funcionários do Dgac, que chegam a 3.000 em áreas operacionais e administrativas, anunciaram que a greve afetará principalmente as zonas de embarque e a torre de controle em nível nacional, o que impedirá as decolagens de voos nacionais e internacionais, afetando cerca de 70.000 passageiros.

Os grevistas, no entanto, disporão de uma equipe de emergência que permitirá a normalização dos pousos.

"Todos os voos podem pousar sem qualquer inconveniente, mas ninguém decolará", informou Pérez.

Os trabalhadores exigem melhorias em suas aposentadorias e esperam que o governo chileno responda a suas demandas. Eles não descartam intensificar suas medidas de pressão com uma greve com prazo indefinido.

A companhia chilena LAN, que em 2012 fundiu-se à brasileira TAM, anunciou a reprogramação de seus voos locais e internacionais.

A greve acontece em uma semana que deve contar com um intenso fluxo de voos comerciais devido aos feriados que no Chile neste final de semana.

AFP