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Pouco depois do amanhecer, dois morteiros disparados de tanques israelenses acertaram em cheio duas salas de aula da escola, situada no campo de Jabaliya, onde cerca 3.300 civis estavam refugiados.

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A Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNWRA) acusou o exército israelense de "grave violação do direito internacional" depois do ataque que matou nesta quarta-feira 16 palestinos em uma de suas escolas na Faixa de Gaza.

"Condeno da forma mais firme esta violação do direito internacional por parte das forças israelenses", declarou no comunicado Pierre Krähenbühl, chefe de UNWRA. "Peço à comunidade internacional que inicie uma ação política decidida para por fim de imediato ao massacre em andamento".

Pouco depois do amanhecer, dois morteiros disparados de tanques israelenses acertaram em cheio duas salas de aula da escola, situada no campo de Jabaliya, onde cerca 3.300 civis estavam refugiados.

Ao menos 16 pessoas morreram no ataque classificado por Krähenbühl como "intolerável".

"Não há palavras para expressar minha cólera e indignação. É a sexta vez que uma de nossas escolas sofre um ataque", afirmou no Twitter.

AFP