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Um cigarro eletrônico é visto em San Rafael, Califórnia, no dia 28 de janeiro de 2015

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A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) anunciou nesta segunda-feira que proíbe levar cigarros eletrônicos na bagagem despachada, embora sejam permitidos na cabine da aeronave para minimizar o risco de incêndio por baterias superaquecidas.

A agência da ONU apelou aos passageiros e tripulantes para que levem estes dispositivos na bagagem de mão "a fim de controlar qualquer incidente potencial imediatamente".

A OACI, com sede em Montreal, trabalha com 191 países-membros e as companhias aéreas na implementação de normas internacionais de segurança.

A alteração das regras que afetam os cigarros eletrônicos também proíbe recarregar esses dispositivos na cabine do avião.

"Vários incidentes foram relatados envolvendo os elementos de aquecimento do cigarro eletrônico, que são ativados por acidente e queimam a bagagem despachada", afirmou Olumuyiwa Benard Aliu, presidente do Conselho da OACI.

Várias companhias aéreas tomaram medidas contra os cigarros eletrônicos depois que algumas preocupações no surgiram no ano passado, contou.

Esta alteração obrigatória foi adicionada à edição 2015/2016 das instruções técnicas para segurança do transporte aéreo.

AFP