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Além de iPhones, grupo taiwanês fabricará máscaras de proteção na China

A disseminação da doença levou o governo chinês a pedir à comunidade internacional doações de suprimentos médicos, especialmente máscaras cirúrgicas, roupas e óculos de proteção afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 07. fevereiro 2020 - 16:35
(AFP)

A gigante dos eletrônicos taiwanesa Foxconn começará a fabricar máscaras protetoras em paralelo a iPhones em sua fábrica chinesa na cidade de Shenzhen, para lidar com a nova epidemia de coronavírus - anunciou o grupo nesta sexta-feira (7).

"Máscaras faciais são equipamentos básicos em nossa luta contra a epidemia", afirmou a Foxconn em uma mensagem na rede social WeChat.

"Cada segundo conta nesta batalha e quanto mais cedo pudermos fornecer esse material, mais cedo poderemos parar a epidemia e salvar vidas", afirmou.

A Foxconn é líder mundial na montagem de dispositivos eletrônicos, e muitas empresas dependem dela para fabricar produtos como iPhones, televisores de tela plana e laptops.

Suas fábricas na China retomarão suas atividades em 10 de fevereiro, após o feriado do Ano Novo Lunar.

"Planejamos produzir 20 milhões de máscaras até o final de fevereiro", afirmou o grupo.

A disseminação da doença levou o governo chinês a pedir à comunidade internacional doações de suprimentos médicos, especialmente máscaras cirúrgicas, roupas e óculos de proteção.

No total, 636 pessoas morreram, e mais de 31.000 foram contaminadas na China continental pelo novo coronavírus, segundo dados oficiais.

O grupo de Taiwan se esforça para tranquilizar seus clientes e garante que a linha de montagem não será paralisada.

Nesse cenário, porém, a Foxconn já revisou para baixo sua expectativa de crescimento de vendas para 2020. Dos 3% a 5% previstos anteriormente, a meta foi reduzida para entre 1% e 3%.

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