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Membro das Forças Democráticas Sírias (FDS) em Raqa em 1º de outubro de 2017

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A aliança curdo-árabe que combate os extremistas islâmicos na Síria conquistou as principais estruturas de comando do grupo Estado Islâmico (EI) na cidade de Raqa (norte) e tomou materiais de comunicação e armas.

Com o apoio dos ataques aéreos da coalizão internacional, as Forças Democráticas Sírias (FDS) recuperaram 90% da "capital" do EI na Síria, mas os extremistas continuam a controlar uma última área no centro da cidade.

As FDS tomaram cerca de metade do bairro Al-Nahda, a oeste do centro de Raqa, onde revistaram as casas à procura de armas ou documentos deixados pelos jihadistas.

"Este bairro era um local estratégico para o Daesh (sigla em árabe para EI). A maioria das suas bases estavam aqui, incluindo centros de comando e depósitos de munições", afirmou o comandante Gabar Derek.

Muitos edifícios do setor abrigavam escritórios da administração síria antes de sua queda nas mãos dos jihadistas.

"Alguns dias atrás, avançamos em direção a uma posição usada pelo EI, onde encontramos walkies-talkies. Apreendemos muitos deles, mas ainda há alguns", disse o comandante Derek, de 25 anos.

"Os walkie-talkies são importantes para nós, porque nos permitem saber quais canais usam para se comunicar, como se movem e quais são seus planos", explicou o militar.

O grupo jihadista conquistou Raqa em 2014 e a transformou em sua capital. A cidade foi o cenário das piores atrocidades cometidas pela organização ultrarradical.

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AFP