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Baleia-cinzenta morta em Rosarito, no México, em 12 de setembro de 2017

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A circulação marítima e a pesca são as principais causas de uma onda "sem precedentes" de mortes de baleias-francas, ameaçadas de extinção, afirma um relatório oficial canadense publicado nesta quinta-feira.

Desde junho passado, 12 baleias-francas morreram no golfo de São Lourenço, que abriga cerca de um quarto dos 458 últimos representantes deste cetáceo, que está entre "os mais ameaçados do mundo", segundo um documento da Rede Canadense pela Saúde da Fauna.

Outras três baleias-francas foram encontradas mortas ao longo da costa da Nova Inglaterra, nordeste dos Estados Unidos.

As autópsias realizadas em seis baleias recuperadas na costa canadense mostram que quatro morreram por consequência de hemorragias provavelmente causadas por colisões com navios, e uma após ter ficado presa em equipamentos de pesca.

As causas da morte da sexta baleia não foram especificadas.

Esta alta mortalidade coincide com o aumento da circulação de barcos no golfo de São Lourenço no verão do hemisfério norte, durante a alta temporada de pesca, atividade da qual dependem muitas zonas costeiras das províncias atlânticas canadenses.

Após a publicação do relatório, os ministros da Pesca e do Transporte do Canadá disseram estar "profundamente preocupados com o futuro destes mamíferos marinhos".

O governo do Canadá impôs um limite de velocidade no golfo de São Lourenço e restringiu a pesca em várias zonas.

A baleia-franca é uma espécie migratória que se desloca ao longo da costa atlântica da América do Norte.

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AFP