Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O estudo destacou que é urgente melhorar a educação dos mais de 40 milhões de habitantes, principalmente no nível universitário

(afp_tickers)

Os países da América Central precisam superar desafios estruturais em áreas como educação e infraestrutura para melhorar sua competitividade comercial, explicou um relatório da Secretaria de Integração Econômica Centro-Americana (Sieca), divulgado nesta segunda-feira.

O estudo, que repassa os aspectos econômicos da região entre 2016 e 2017, destacou que é urgente melhorar a educação dos mais de 40 milhões de habitantes, principalmente no nível universitário, bem como a capacitação especializada.

"Em matéria de competitividade, os desafios são estruturais. Desafios em matéria de educação, sobretudo em nível superior, capacitação mais especializada, e desafios em matéria de infraestrutura, de desenvolvimento institucional", disse na apresentação do relatório Eduardo Espinoza, diretor do Centro de Estudos para a Integração Econômica da Sieca.

"Há também desafios em matéria de inovação e preparação tecnológica. Estamos falando disso há muito tempo", completou.

Espinoza indicou que, de acordo com o estudo, espera-se que a América Central registre em 2017 um crescimento econômico de 3,9%, o que não representa "uma mudança abrupta" na trajetória de expansão regional.

AFP