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América Latina e Caribe superam os 80.000 mortos por COVID-19

Banhistas passam por 100 túmulos simulados cavados por ativistas da ONG Rio de Paz, simbolizando as mortes por coronavírus no Rio de Janeiro, em 11 de junho de 2020, no dia em que o Brasil supera 40.000 mortos por COVID-19. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 15. junho 2020 - 22:07
(AFP)

Nesta segunda-feira, a América Latina e o Caribe ultrapassaram 80.000 mortes por COVID-19, mais da metade registrada no Brasil, em um momento em que o vírus está se espalhando de forma acelerada na região, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais.

Desde que a doença chegou à América Latina em março, foram registradas 80.505 mortes, das quais 43.959 ocorreram no Brasil, o segundo país do mundo em número de mortes depois dos Estados Unidos.

Enquanto isso, as infecções subiram para 1.681.378, a maioria no gigante sul-americano, com um total de 888.271 nesta segunda-feira.

Assim, apenas o Brasil, país de 212 milhões de habitantes, ultrapassa 865.013 casos registrados oficialmente em toda a Ásia.

O México contabiliza 17.141 mortes e os casos confirmados já são 146.837, em uma população de 120 milhões de pessoas.

O Peru, onde 229.736 pessoas estão infectadas com a COVID-19, tem o maior número de casos na região depois do Brasil, com 6.688 óbitos.

O Chile, que registra 179.436 casos e 3.362 mortes, observa um crescimento acelerado nas últimas semanas.

Até o momento, o coronavírus se espalhou para mais de 8 milhões de pessoas em todo o mundo e matou pelo menos 435.176.

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