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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Minsk, em 5 de outubro de 2017

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Os doze países que integram o Grupo de Lima pediram nesta quinta-feira ao governo da Venezuela "transparência e imparcialidade" nas eleições para governadores de 15 de outubro, informou a chancelaria em Lima.

Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru "exortam o governo venezuelano e o Conselho Nacional Eleitoral a atuar com total transparência, imparcialidade e objetividade" diante das eleições, assinala o comunicado divulgado na capital peruana.

O grupo, que avalia há dois meses a crise que abala o governo de Nicolás Maduro, "considera que as eleições regionais de 15 de outubro para governadores devem ocorrer com pleno respeito à Constituição e à Lei Orgânica de Processos Eleitorais".

Os doze também pedem às autoridades venezuelanas que garantam a livre participação de todos os candidatos, e que o processo se realize com pleno respeito à liberdade do voto.

A presença de observadores internacionais permitirá que os "resultados sejam um fiel reflexo da vontade popular e tenha a legitimidade requerida".

O Grupo de Lima foi criado em agosto, na capital peruana, quando seus integrantes condenaram a "ruptura" da ordem democrática na Venezuela e ignoraram a Assembleia Constituinte promovida por Maduro.

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AFP