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O presidente americano, Donald Trump, e sua mulher, Melania, em visita ao memorial USS Arizona em Pearl Harbor, Honolulu

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Após uma escala no Havaí, onde fez uma homenagem no memorial de Pearl Harbor, o presidente americano, Donald Trump, continuou sua viagem até a Ásia neste sábado (4) para cumprir uma visita marcada pela ameaça nuclear da Coreia do Norte.

O presidente e sua esposa, Melania, lançaram pétalas de flores nas águas do USS Arizona Memorial, que recorda os militares americanos mortos no ataque surpresa por parte do Japão em 1941 - ataque este que deflagrou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.

O casal Trump também participou de uma cerimônia, na qual depositaram uma coroa de flores no monumento com os nomes das vítimas do ataque japonês.

Antes dessa visita, de cerca de 20 minutos, Trump se reuniu com os chefes do Comando Pacífico dos Estados Unidos para tratar dos problemas de segurança na região.

Em um breve comentário para a imprensa, Trump se mostrou entusiasmado com sua visita "muito especial" a Pearl Harbor. Reconheceu que se trata de um lugar "sobre o qual li, falei e estudei, mas em que nunca estive".

"Recordem #PearlHarbor. Recordem o @USSArizona!", tuitou depois.

Depois da escala no Havaí, o avião presidencial Air Force One decolou de Honolulu pouco antes das 7h30 (15h30 de Brasília) com destino a Tóquio. É na capital japonesa que Trump inicia uma visita de duas semanas, a qual incluirá Japão, Coreia do Sul, China, Vietnã e Filipinas.

Essa é a primeira viagem do presidente americano à região desde que foi eleito há um ano. A expectativa é que a Coreia do Norte esteja no centro de todos os diálogos.

Em sua agenda, destacam-se cúpulas regionais-chave, mas também encontros bilaterais, entre eles um com seu colega chinês, Xi Jinping, e outro com o polêmico homem forte das Filipinas, Rodrigo Duterte.

A Casa Branca tem enfatizado a duração da viagem asiática - a mais longa de um presidente americano desde a George H.W. Bush em 1991 - como uma prova do compromisso de Trump com a região.

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AFP