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O chefe de gabinete, Aníbal Fernández (ao centro), ladeado pelos ministros Alex Kiciloff e Florencio Randazzo, na abertura da 133ª sessão ordinária do Congresso argentino, em Buenos Aires, no dia 1º de março de 2015

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O governo argentino se mostrou inflexível nesta quarta-feira em relação à alteração do imposto sobre os salários que provocou a greve de transportes que paralisou boa parte das atividades do país na última terça-feira.

"Trata-se de um imposto progressivo não extorsivo", disse o chefe de gabinete, Aníbal Fernández, em coletiva de imprensa.

Fernández argumentou que se trata de um imposto pensado para que as camadas mais altas contribuam para que os que os mais pobres recebam algum tipo de benefício social, "como acontece em qualquer lugar do mundo".

O chefe ministerial também considerou "irresponsável" a ameaça feita pelos sindicatos opositores de organizar outra greve, desta vez de 36 horas, para forçar uma alteração na cobrança fiscal.

Na terça-feira, a greve de 24 horas dos transportes teve ampla adesão, deixando as ruas de Buenos Aires quase desertas.

Essa foi a quarta paralisação deste tipo desde que a presidente Cristina Kirchner assumiu o poder em 2007.

AFP